Da história da Filosofia
Inicialmente a filosofia vem atender a necessidade que o homem se vê em superar o mito, através do entendimento acerca da natureza. E a esses bravos denominamos “pré socráticos” ou “filósofos da natureza”.
A partir da contemplação e do entendimento geraram questões como a de Parmênides “ o ser é ou não é” e Heráclito que argumenta que o “homem não é o mesmo quando entra e sai do rio, nem mesmo o rio é o mesmo ao receber esse homem”.
Entre inúmeros outros que observavam que em tudo há deuses, números, átomos, elementos da natureza e por último o “homem”, é então onde encontramos Sócrates e a partir dele, todo o olhar se volta para esse humano e suas relações, sejam sociais, sejam intelectuais, sejam naturais.
Sócrates, Platão e Aristóteles, junto com os filósofos da natureza formam o conjunto ao qual denominamos FILOSOFIA ANTIGA.
A FILOSOFIA MEDIEVAL vem cristianizar os filósofos antigos e apontar direções em relação ao UNO e ABSOLUTO e ao livre arbítrio, através dos santos padres e filósofos, como Agostinho e Tomás de Aquino.
Com o advento do iluminismo, do renascimento, nasce também A FILOSOFIA MODERNA, questionando a validade da fé na razão. Nasce os direitos humanos, a constituição e a formulação social que carregamos até hoje no Ocidente e Kant nos desafia “temos que ter coragem de seguir nossa própria inteligência”.
Após as grandes guerras, com o monopólio do poder bélico e medicinal, Deus morre e o homem se vê mergulhado em si mesmo, condenado sobremaneira a ser livre, como dirá Sartre “Somos condenados a ser livres”.
Por outro lado, Nietzsche argumentará que devemos viver uma vida, ao qual possamos vivê-la da mesma forma várias vezes. E a busca pela autonomia e responsabilidade se desponta como norteador de ações éticas.
E na contemporaneidade também desponta a globalização e a tecnocracia, o reino da técnica, em que cada vez mais, o homem se desumaniza. E para dar conta a essas saídas a filosofia percebe a característica do entendimento através da linguagem. E é esse nosso esforço aqui, observar e escolher o que pensaremos e para quê pensaremos.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Do mundo de Sofia
O “thelos” da Filosofia
Dos momentos em que a ira nos arrebata com tamanha força que nos afasta da razão e nos aproxima dos sentimentos de uma criança que não se conforma de não ter seu desejo realizado.
Qual seria esse desejo afinal?
Querer o que não se tem, incluindo a ilusão daquilo é bom, pois quando temos, deixa de ser.
O “como” alimentar em si um sentir direcionado aos conhecimentos que possuímos, considerando o homem como divino, imortal e eterno, aprisionado em um corpo agora. Com seus questionamentos limitados a uma esfera de conhecimento somente do que vai sendo conhecido de acordo com os caminhos que se escolhe.
Por isso é que precisa-se ter muito claro a razão e o motivo da existência, posto que temos que escolher todo o tempo algo.
Esse algo pode ou não favorecer, criar causas e condições para a elaboração do que propôs a priori.
Mas será mesmo que damos conta disso?
Entende-se que quanto mais entendemos o funcionamento do nosso corpo e da elaboração dos pensamentos, podemos ser capazes de criar movimento ao redor.
É como se a fruição do pensamento transbordasse do centro de nossas cabeças e que seria o que chamamos de “mente” e transbordando pudesse “contaminar” as paredes externas a mim e criar ondas aproximando os desejos, as vontades, o querer que sabe o que quer.
Mesmo diante disso somos arrebatados por “forças” que vem de dentro, num “estrondo” dentro de mim mesmo que nos jogam para um não crer e desesperar-se da própria miséria - que sabe que não tem!
Sinto-me rica a cada novo significado e sentido que descubro. A cada nova possibilidade de ir além e alcançar as estrelas.
A fera que habita nosso ser, nos devora os sentidos, nos lança num movimento inoperante de vontades. Nos cega e nos arruína.
Como nos livramos dela? Talvez a isso se chamam de “Livramento”.
Penso que viver harmoniosamente seja um caminho, talvez não.
O homem é caos e cosmos.
Qual a possibilidade da idéia que temos sobre as coisas?
Como saber o que é o céu?
E para que sabê-lo, se não damos conta de nosso cotidiano, de nossas feras interiores que nos lançam a todo tempo contra nós mesmos. Que tomados de fúria, por uma sensação impensada de impulso de agir. O ímpeto, o impensado do agir, do sentido.
Por que é mais confortável gerar essas idéias alicerçadas em fundamentações externas a mim?
Porque mesmo querendo alcançar clareza de sentidos para não gerar desconforto, somente amor e acolhimento, mostramo-nos tão primitivos, felinos, neodertais.
Não é verdade que há todo momento conseguimos pensar nisso. Passamos horas nos ocupando com imbecilidades, ainda assim, buscadas para “desconectar-nos” e conectar-nos a uma outra realidade, de prazeres, externa, de desejos, inveja e alucinações. (como eu queria)
Por isso o caminho tem que estar claro e dito. A razão pela qual quer se obter mais conhecimento, se não o utilizamos em prol da ética, da melhoria do ser, que consiste em favorecer a linguagem para a construção de sentidos que possa expressar as saídas das crises, pois se posso sequer manifestar essa relação com a fera é porque galguei caminhos que acreditamos.
Poder fortalecer àqueles que também acreditam e buscam de alguma forma, nos fortalecendo também através daquela fruição de pensamento.
Criamos nossos desejos a partir daquilo que acreditamos. E isso não é auto ajuda, e sim autoconhecimento, consciência e esperança, faculdades unicamente humanas!
Dos momentos em que a ira nos arrebata com tamanha força que nos afasta da razão e nos aproxima dos sentimentos de uma criança que não se conforma de não ter seu desejo realizado.
Qual seria esse desejo afinal?
Querer o que não se tem, incluindo a ilusão daquilo é bom, pois quando temos, deixa de ser.
O “como” alimentar em si um sentir direcionado aos conhecimentos que possuímos, considerando o homem como divino, imortal e eterno, aprisionado em um corpo agora. Com seus questionamentos limitados a uma esfera de conhecimento somente do que vai sendo conhecido de acordo com os caminhos que se escolhe.
Por isso é que precisa-se ter muito claro a razão e o motivo da existência, posto que temos que escolher todo o tempo algo.
Esse algo pode ou não favorecer, criar causas e condições para a elaboração do que propôs a priori.
Mas será mesmo que damos conta disso?
Entende-se que quanto mais entendemos o funcionamento do nosso corpo e da elaboração dos pensamentos, podemos ser capazes de criar movimento ao redor.
É como se a fruição do pensamento transbordasse do centro de nossas cabeças e que seria o que chamamos de “mente” e transbordando pudesse “contaminar” as paredes externas a mim e criar ondas aproximando os desejos, as vontades, o querer que sabe o que quer.
Mesmo diante disso somos arrebatados por “forças” que vem de dentro, num “estrondo” dentro de mim mesmo que nos jogam para um não crer e desesperar-se da própria miséria - que sabe que não tem!
Sinto-me rica a cada novo significado e sentido que descubro. A cada nova possibilidade de ir além e alcançar as estrelas.
A fera que habita nosso ser, nos devora os sentidos, nos lança num movimento inoperante de vontades. Nos cega e nos arruína.
Como nos livramos dela? Talvez a isso se chamam de “Livramento”.
Penso que viver harmoniosamente seja um caminho, talvez não.
O homem é caos e cosmos.
Qual a possibilidade da idéia que temos sobre as coisas?
Como saber o que é o céu?
E para que sabê-lo, se não damos conta de nosso cotidiano, de nossas feras interiores que nos lançam a todo tempo contra nós mesmos. Que tomados de fúria, por uma sensação impensada de impulso de agir. O ímpeto, o impensado do agir, do sentido.
Por que é mais confortável gerar essas idéias alicerçadas em fundamentações externas a mim?
Porque mesmo querendo alcançar clareza de sentidos para não gerar desconforto, somente amor e acolhimento, mostramo-nos tão primitivos, felinos, neodertais.
Não é verdade que há todo momento conseguimos pensar nisso. Passamos horas nos ocupando com imbecilidades, ainda assim, buscadas para “desconectar-nos” e conectar-nos a uma outra realidade, de prazeres, externa, de desejos, inveja e alucinações. (como eu queria)
Por isso o caminho tem que estar claro e dito. A razão pela qual quer se obter mais conhecimento, se não o utilizamos em prol da ética, da melhoria do ser, que consiste em favorecer a linguagem para a construção de sentidos que possa expressar as saídas das crises, pois se posso sequer manifestar essa relação com a fera é porque galguei caminhos que acreditamos.
Poder fortalecer àqueles que também acreditam e buscam de alguma forma, nos fortalecendo também através daquela fruição de pensamento.
Criamos nossos desejos a partir daquilo que acreditamos. E isso não é auto ajuda, e sim autoconhecimento, consciência e esperança, faculdades unicamente humanas!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
EXISTE PAZ NA SUA CASA?
Em conversa com o nobre amigo Luiz Antonio Cardoso, inspirador e organizador do movimento União Cultural, dentre outros, pensamos o seguinte: Discutir a paz universal é antes de tudo refletir acerca da sua própria paz, o mesmo se dá com a fraternidade, o que entendemos por fraternidade. O que seria viver como irmãos?
Atualmente, tudo desmorona ao nosso redor, a educação desfragmentada que nossa geração de 30/40 anos recebeu de nossos patriarcas já é cerceada por cultura ditatorial perene de outros tempos.
Mesmo assim, ainda sofremos como o modo que somos tratados, haja vista que entre uma geração e outra há todo um desgaste que não damos conta de enumerar, salvo em texto muito longo, o que não seria nossa intenção nesse momento.
Fica a provocação e a campanha: EXISTE PAZ EM MINHA CASA?
Filosoficamente, não resolve sabermos o que é a educação para Platão, ou a Paidéia grega, se não temos noção de como isso se aplica em nosso cotidiano.
Para Platão, por exemplo, o ideal de educação, o que os gregos chamavam de Paidéia seria grosso modo, o ensino das artes, musicas, atividades físicas, além de ser ensinado a respeitar as hierarquias e as leis da cidade. Tanto é que a criança era separada de sua mãe aos sete anos de idade para conviver com outras crianças da mesma idade e aprender.
Dessa forma, quando estivesse pronto iria para as lutas, logo depois dos 30 anos poderia se dedicar a filosofia e aqueles que apresentassem vocação poderiam passar a viver a intelectualidade, a filosofia ou continuar nas lutas e guerras.
E hoje o que entendemos por educação? Como educamos nossos filhos e qual o objetivo final antes de nossa morte em relação a vida deles?
Deixo essa provocação e convido a todos a ampliarmos essa discussão, pois a vida acontece, enquanto olhamos para ela passar e muitas vezes em nosso cotidiano não alcançamos aquilo que almejamos para o universo.
Paz e bem a todos!
Atualmente, tudo desmorona ao nosso redor, a educação desfragmentada que nossa geração de 30/40 anos recebeu de nossos patriarcas já é cerceada por cultura ditatorial perene de outros tempos.
Mesmo assim, ainda sofremos como o modo que somos tratados, haja vista que entre uma geração e outra há todo um desgaste que não damos conta de enumerar, salvo em texto muito longo, o que não seria nossa intenção nesse momento.
Fica a provocação e a campanha: EXISTE PAZ EM MINHA CASA?
Filosoficamente, não resolve sabermos o que é a educação para Platão, ou a Paidéia grega, se não temos noção de como isso se aplica em nosso cotidiano.
Para Platão, por exemplo, o ideal de educação, o que os gregos chamavam de Paidéia seria grosso modo, o ensino das artes, musicas, atividades físicas, além de ser ensinado a respeitar as hierarquias e as leis da cidade. Tanto é que a criança era separada de sua mãe aos sete anos de idade para conviver com outras crianças da mesma idade e aprender.
Dessa forma, quando estivesse pronto iria para as lutas, logo depois dos 30 anos poderia se dedicar a filosofia e aqueles que apresentassem vocação poderiam passar a viver a intelectualidade, a filosofia ou continuar nas lutas e guerras.
E hoje o que entendemos por educação? Como educamos nossos filhos e qual o objetivo final antes de nossa morte em relação a vida deles?
Deixo essa provocação e convido a todos a ampliarmos essa discussão, pois a vida acontece, enquanto olhamos para ela passar e muitas vezes em nosso cotidiano não alcançamos aquilo que almejamos para o universo.
Paz e bem a todos!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Ser aí e ilusão
Em conversa com amigos, andei analisando a seguinte questão:
- Estamos fazendo de nossos instantes obras de arte, Como sugeria Deleuze?
- ou ainda, estamos vivendo de modo, como se quisessemos repetir nossa existencia, como sugeria Nietzsche?
Estudando Freud e a transgeracionalidade, percebemos que vivemos o que já existe de engessado, amparado sempre por convicções e julgamentos ao quais nos prendemos, sendo que o julgamento válido da vida, seria:
Estamos vivendo na real no estar aí, ou em nossas ilusões?
Imagino que alguém que já não se ilude mais, tenha facilidade de compreender isso...
Mas, o limiar entre o estar aí e a ilusão, penso ser o "como" lidamos com a frustração...
Se superamos, estamos no ser aí, se nos prendemos vivemos na ilusão de sentidos...culpas, dores e sofrimentos...
agonia quer dizer conflito... com o que nos conflitamos afinal???
- Estamos fazendo de nossos instantes obras de arte, Como sugeria Deleuze?
- ou ainda, estamos vivendo de modo, como se quisessemos repetir nossa existencia, como sugeria Nietzsche?
Estudando Freud e a transgeracionalidade, percebemos que vivemos o que já existe de engessado, amparado sempre por convicções e julgamentos ao quais nos prendemos, sendo que o julgamento válido da vida, seria:
Estamos vivendo na real no estar aí, ou em nossas ilusões?
Imagino que alguém que já não se ilude mais, tenha facilidade de compreender isso...
Mas, o limiar entre o estar aí e a ilusão, penso ser o "como" lidamos com a frustração...
Se superamos, estamos no ser aí, se nos prendemos vivemos na ilusão de sentidos...culpas, dores e sofrimentos...
agonia quer dizer conflito... com o que nos conflitamos afinal???
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
MOVIMENTO UNIÃO CULTURAL
Acabei de chegar do encontro desse movimento. O desejo de partilhar as experiências, não podem esperar, e explico a razão.
Durante toda a vida consciente, fazemos escolhas, muitas vezes não tão conscientes assim, porém outras são decididas assim, quase lá nas fraldas, pois pelo resto da vida defendemos idéias que nos acompanham desde o berço.
Foi assim que conheci Luiz Antonio, o idealizador e mentor desse movimento. Nos conhecemos lá nos ides de 1994, juntamente com outro gigante, o Gerdinaldo que convicto do que se quer, hoje é juiz acho que lá de Santo André.
Fato é que ao escolher ir por um caminho, abrimos mão de outros, e hoje no mundo capitalista, abrir mão de determinados favorecimentos e posturas, ocorre-nos o que podemos chamar de "não esperteza" fator primordial dentro de inúmeros determinantes financeiros.
E durante a vida, defendemos certa postura, que achamos que não irá lá fazer muitos adeptos ou ao contrário, provavelmente elencaríamos incorfomados com nossas escolhas, aqueles que defendem outras visões mais capitalistas e conformistas também.
Dentro disso, conhecemos algumas pessoas, pouquíssimas, as quais guardamos pelo resto da vida, e Luiz Antonio é um deles, quem conhece, respeita, segue e exalta.
Não digo isso por rasgação de seda ou confetes, que nem é de meu feitio, exceto quando dentro de minha infinita ignorância posso de fato nobrezar (acabei de inventar o verbo)tal figura e explico a razão.
Sua postura, guarda em si algo de muito especial que conquista somente boas pessoas, aos quais dentro do movimento, viemos a conhecer, porém, existem tantas outras que nem sonhamos, mas que estão todas ali, em grau de nobreza tanto quanto.
Na reunião passada, nosso novo amigo, Linconl em 5 minutos de rápido diálogo deu-nos informações, aos quais passei 2 dias inteiros pesquisando. Hoje foi o dia de outro nobre personagem na nossa história chama-se "Oswaldo Crisante".
Atleta do futebol, poeta, cronista, compositor, seresteiro, entre outros importantes atributos, juntos esses dois transformaram nosso encontro ao lado do poeta e amigo André Bianc e meu querido Eugenio Ribeiro num mar de aprendizado.
Em um pequeno bate papo, de não mais que uma hora, conheci tanta coisa diversificada acerca da cultura, de arte e de causos, que nem imaginei que existia.
E é nisso que consiste minha urgência em escrever, para não perder o "kairos" da euforia de após 36 anos de vida, angustia, dor e muita ilusão, confusão e crises, ter a certeza do caminho escolhido.
Olha que terrível! não temos adeptos, nem movimentos que defendam na mídia nacional, sequer local, a opção de sermos íntegros, inteiros e autonomos.
E aquele que ousar desafiar o mercado, estará condenado a não participar de movimentos em que não discutiremos pessoas, mas sim idéias, respeitando a diversidade e a cultura, bem como todos os princípios do mais puro amor e respeito existentes, como foi o de hoje, além de estarmos condenados a sermos bem acompanhados por pessoas que sem dúvida marcaram sua existência com o ato de partilhar, de doar, de estar.
Concluo esses pensamentos, na certeza de que, podemos demorar, mas o caminho está traçado, a rota direcionada, e o encontro das águas que unem ação e manifestação se dá a partir do movimento de seres humanos, que certamente escolheram trilhar a mesma direção. Obrigada pela partilha, caros amigos!
Durante toda a vida consciente, fazemos escolhas, muitas vezes não tão conscientes assim, porém outras são decididas assim, quase lá nas fraldas, pois pelo resto da vida defendemos idéias que nos acompanham desde o berço.
Foi assim que conheci Luiz Antonio, o idealizador e mentor desse movimento. Nos conhecemos lá nos ides de 1994, juntamente com outro gigante, o Gerdinaldo que convicto do que se quer, hoje é juiz acho que lá de Santo André.
Fato é que ao escolher ir por um caminho, abrimos mão de outros, e hoje no mundo capitalista, abrir mão de determinados favorecimentos e posturas, ocorre-nos o que podemos chamar de "não esperteza" fator primordial dentro de inúmeros determinantes financeiros.
E durante a vida, defendemos certa postura, que achamos que não irá lá fazer muitos adeptos ou ao contrário, provavelmente elencaríamos incorfomados com nossas escolhas, aqueles que defendem outras visões mais capitalistas e conformistas também.
Dentro disso, conhecemos algumas pessoas, pouquíssimas, as quais guardamos pelo resto da vida, e Luiz Antonio é um deles, quem conhece, respeita, segue e exalta.
Não digo isso por rasgação de seda ou confetes, que nem é de meu feitio, exceto quando dentro de minha infinita ignorância posso de fato nobrezar (acabei de inventar o verbo)tal figura e explico a razão.
Sua postura, guarda em si algo de muito especial que conquista somente boas pessoas, aos quais dentro do movimento, viemos a conhecer, porém, existem tantas outras que nem sonhamos, mas que estão todas ali, em grau de nobreza tanto quanto.
Na reunião passada, nosso novo amigo, Linconl em 5 minutos de rápido diálogo deu-nos informações, aos quais passei 2 dias inteiros pesquisando. Hoje foi o dia de outro nobre personagem na nossa história chama-se "Oswaldo Crisante".
Atleta do futebol, poeta, cronista, compositor, seresteiro, entre outros importantes atributos, juntos esses dois transformaram nosso encontro ao lado do poeta e amigo André Bianc e meu querido Eugenio Ribeiro num mar de aprendizado.
Em um pequeno bate papo, de não mais que uma hora, conheci tanta coisa diversificada acerca da cultura, de arte e de causos, que nem imaginei que existia.
E é nisso que consiste minha urgência em escrever, para não perder o "kairos" da euforia de após 36 anos de vida, angustia, dor e muita ilusão, confusão e crises, ter a certeza do caminho escolhido.
Olha que terrível! não temos adeptos, nem movimentos que defendam na mídia nacional, sequer local, a opção de sermos íntegros, inteiros e autonomos.
E aquele que ousar desafiar o mercado, estará condenado a não participar de movimentos em que não discutiremos pessoas, mas sim idéias, respeitando a diversidade e a cultura, bem como todos os princípios do mais puro amor e respeito existentes, como foi o de hoje, além de estarmos condenados a sermos bem acompanhados por pessoas que sem dúvida marcaram sua existência com o ato de partilhar, de doar, de estar.
Concluo esses pensamentos, na certeza de que, podemos demorar, mas o caminho está traçado, a rota direcionada, e o encontro das águas que unem ação e manifestação se dá a partir do movimento de seres humanos, que certamente escolheram trilhar a mesma direção. Obrigada pela partilha, caros amigos!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A partida dos gatos
Foi assim...
Eles chegaram, podem conferir que verão o início de tudo, nesse mesmo blog...
Foram chegando, aos poucos, parindo cada vez mais, chegamos ao número de 12!!!!
Não era possível mais a situação. Fila de zoonoses que nunca chega para castrá-los... Viajaram para as Minas Gerais, na casa de uma prima, que é moradora em um bairro inteiro de cachoeiras e lindas paisagens, serão felizes lá.
Mas, a mãe gato, selvagem que era não foi junto, não quiz. São muito independentes e desconfiados, os gatos e com razão!!!
Agora chora, como qualquer outra mãe que vê seus filhos partirem.
Como é grande a dor do parto!!!
Como é triste acompanhar essa dor.
Eles chegaram, podem conferir que verão o início de tudo, nesse mesmo blog...
Foram chegando, aos poucos, parindo cada vez mais, chegamos ao número de 12!!!!
Não era possível mais a situação. Fila de zoonoses que nunca chega para castrá-los... Viajaram para as Minas Gerais, na casa de uma prima, que é moradora em um bairro inteiro de cachoeiras e lindas paisagens, serão felizes lá.
Mas, a mãe gato, selvagem que era não foi junto, não quiz. São muito independentes e desconfiados, os gatos e com razão!!!
Agora chora, como qualquer outra mãe que vê seus filhos partirem.
Como é grande a dor do parto!!!
Como é triste acompanhar essa dor.
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