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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Quem cuida do cuidador?
Quem
cuida do cuidador?
No
Brasil, os educadores se encontram desamparados. A Psicanálise se encontra em
franca expansão e com o seu estudo é possível agregar conhecimentos que auxiliem
a resolverem conflitos e sintomas.
A
Professora Simone Suelene, filósofa e terapeuta humanista oferece aos seus acolhidos,
estrutura com segurança e confiança, conforto e eficiência, no cuidado de si,
disponibilizando ferramentas para que professores, pedagogos, psicopedagogos,
preparem-se para abarcar todas as suas demandas no cotidiano.
Venha
conhecer nossa proposta, fundamente, exercite e aplique nossos exercícios em
seu cotidiano, experimente e seja nosso convidado a um novo olhar sobre suas
angustias.
terça-feira, 7 de maio de 2013
O Despertar da Consciência de Eckart Toller nos desafia a pensar o pensamento.
O Despertar da Consciencia de
mestre Eckart Toller nos desafia a pensar o pensamento.
Podemos perguntar: Como?
Ele dirá que é estando em
presença plena. E como seria essa Presença Plena?
Como é estar em presença plena em
cada instante, em cada respirar?
Esse poderia ser um excelente
exercício para os humanos que se julgam racionais, posto que ao pensar você
exercita uma ação que acha que é sua, quando na verdade é muito mais que isso,
pode ser um conglomerado de histórias sobre si, memórias, elementos sempre
limitadores a respeito daquilo que se é, do que se pensa, e consequentemente
daquilo que se faz.
Desde que o mundo se tornou habitável
aos humanos e durante os séculos de dominação foram criados formas de dominação
em que os fortes de alguma forma reprimem os fracos. E essa força normalmente
vem do coletivo ou da segurança que alguém tem de se bastar.
De não precisar ouvir do outro
algo para se manifestar enquanto formas de agir, de se vestir, de se pensar na
concretude do dia a dia.
Pois a questão da sobrevivência,
da propriedade privada, foram questões subjacentes ao final da escravidão, até
para que as coisas pudessem minimamente estar como foram, sob certa dominação,
depois foi a tentativa de uma raça pura, que continua em voga, de forma
bastante envolvente e nublada.
Estamos num tempo em que através
da globalização da comunicação podemos perceber outro humano em qualquer outra
distancia e saber dele, desde que algo que ele diga ou faça possa nos
interessar. E esse interesse está voltado a forma como me estabeleço no mundo e
na vida.
Até por isso, Gadamer, nos diz
que a vida é um jogo, em que as peças não passam de seres humanos a jogar num
tabuleiro que chamamos “vida”, em que nós nada mais somos que ajustes de poder e
dominação em todos os instantes e esquadros.
Michel Foucault sinalizou isso
muito bem, tanto na Microfísica dos poderes, como na construção da Biopolítica,
como na história da loucura em que os mecanismos de dominação levavam a geração
de formas adequadas para se viver. Adequadas para quem? à normatização.
Cada vez mais, temos mais seres
viventes, humanos, pensantes, conscientes e responsáveis do seu papel de
informar, provocar, colocar, de descobrir suas verdadeiras habilidades e
funções, de não mais participar de manipulações insanas e impostas, seja pela
cultura, pela tradição, pelo modelo feudal ou autoritário, seja até mesmo pelas
formas de conhecer e entender o humano.
Não somos máquina, pelo menos,
não ainda, e desconfio que mesmo quando nos tornemos, ou quando já nessa era,
suportarmos nos tornar, ainda assim, baterá no peito uma dor pulsante, um
desajuste corporal, que nos fadará ao lento processo de desvencilhar-se da
vida, mesmo que seja ainda vivo. Até por isso, o despertar se faz uma boa
saída.
O Despertar da Consciência por Eckart Toller
Ao ler o livro do mestre Eckart Toller “O poder do despertar”
recebi a seguinte orientação de um amigo querido: Esse livro irá mudar sua
vida.
Achei arriscadíssima a leitura a partir daí, porém como o
amigo é de confiança acima de qualquer outra indagação, propus-me a tarefa de
lê-lo. De fato é daqueles livros que se leem em “uma sentada”, no meu caso
foram duas, a noite e no domingo inteiro. Você não consegue parar até porque
quer saber o que ele irá colocar lá na frente.
É suspeitíssimo quando ouvimos a orientação de que algo pode
mudar sua vida, porém, é muito importante crer, até pela nossa sanidade, de que
o milagre da vida acontece no instante e no mesmo em que se encontra afogada em
suas dores e angustias, pode perceber que é possível através da proposta do
mestre Eckart sair dessas sensações.
Já havia lido “O poder do agora” desse mesmo autor, e já
havia me impressionado com suas colocações que na verdade não são nenhuma
novidade, aliás, desde milênios o homem que aqui está não produz muita
novidade, por isso até, vemos sempre os mesmos problemas entre humanos.
Tecnologia, produção de bens de consumo, não são novidade,
são conquistas necessárias as obras que os homens se predispõem a fazer nesse
século, que parecem estar bastante ligadas mais ao distanciamento do homem de si
mesmo do que ao seu aprofundamento, questão aliás, sinalizada há mais de três mil
anos.
Eckart nos coloca pressupostos hinduístas, zen budistas,
dentro de uma realidade contemporânea, em que podemos perceber como o humano se
tornou sujeito desse fazer.
As questões coletivas que geram mal estar através dos séculos
que nos atingem diretamente, a gama de novas patologias que são oriundas de
sensações ainda não classificadas, não dirigidas, atualmente uma evidência da
crise desse humano que pensa que se sustenta pelo pensar.
Eckart nos oferece um outro rumo com o “Despertar da Consciência”,
rumo desafiante diante de questões práticas que nos asfixiam, mas, que, se cuidadosamente
elaborados, se tornam uma grande diversão e um grande desafio constante: Estar
pleno em presença no instante.
Um instante tem uma duração longa demais para se fazer
entender, é preciso senti-lo, percebê-lo e o mais interessante disso é escolher
o que irá fazer com ele. Não ser manipulado pelo pensamento, mas sim,
observá-lo e conduzi-lo se assim o for, mas simplesmente estar atento ao que
ocorre dentro de si. Esse é o desafio desse caminho, talvez da nossa era.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Conclusões Periódicas - Caso ex- Padre Beto
Criticamos nossos vizinhos, por imporem sua fé com uso de burcas e
violência, mas violentamos e impedimos qualquer renovação moral.
Assistindo aos programas sobre as
novas tendencias musicais, entre elas a Gospel, podemos perceber a razão da
religião católica estar tão distante da realidade de possibilidades dialogais
com seu credo, suas normas e preceitos.
Diante de reflexões como a do
psicanalista de 70 anos, respeitadíssimo, na Folha Equilíbrio dessa
semana, Flavio Gikovate nos fala sobre o sexo 2.0 em que nos propõe que
encerremos a utilização de termos, como hetero, homo, para se referir ao
comportamento sexual, posto que são apenas palavras constituídas de
conceitos, que secularmente precisam ser revisitados, posto que o que sabemos
sobre o homem é de que é mortal e finito, inclusive em suas palavras as quais
representam nada mais, que juízos.
Estamos em maio de 2013, século XXI,
atualmente querem trazer asteróides para a órbita da Terra para estudá-los,
também possuímos excelentes níveis de compreensão dos quase 5% do consciente da
mente humana.
Pensamos que evoluímos
até porque cada vez mais a morte é menos anunciada. Projetamos vida longa
através de futuros promissores materialmente, nossa essência em breve
se tornará medicamentosa, tecnologizada, bem como nosso tempero.
Nossos relacionamentos se esgotam
nos sentidos amparados pela mídia e apresentados dentro de nossa própria
história, sem continuidades e aprofundamentos. Vivemos a novela na novela.
Somos viventes de um período
fantástico da história, em que qualquer humano com o mínimo de conhecimento
pode vir a se comunicar com outros mortais em qualquer parte do cosmos.
Temos um discurso de virada de
século, de inovação, de compreensão. Nossos filhos se tornaram nossos heróis,
nosso eu passou a superar e demonstrou que pode se refazer, reinventar.
Lutamos para ter liberdade,
autonomia, mas, reproduzimos mesmo sem concordar. Nossa educação quer que
sejamos sujeitos responsáveis, porém, somos refreados por exemplos em que
qualquer contradição pode levar a prisões, excomungação ou a danação eterna.
Vivemos uma era de contradições.
Pregamos o respeito, a educação, mas ditamos modos e formas de agir. Impomos
sem análises, sem debates, sem questionamentos. O caso do Padre Beto, de Bauru,
deveria ser caso de Plebiscito entre católicos, até para sabermos o que e como
quem não está no poder pensa, de repente, podemos ser surpreendidos com a
criticidade dos novos cristãos.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
CAFÉ FILOSÓFICO
CAFÉ FILOSÓFICO
OBJETIVOS:
Através
da arte e do entendimento das questões cotidianas da vida, convidaremos o
público, de uma forma bem humorada a enxergarmos juntos uma outra leitura da
realidade que nos cerca, aproveitando a noite, o som e a leveza do descomprometimento
de um espaço voltado ao entretenimento e ao lazer.
Como?
Através
da filosofia, enquanto pesquisa e retórica, elencaremos temas cotidianos
capazes de despertar o interesse do público, pinçando com músicas e ritmos,
além de debater com artistas e com o público.
Para que?
Para
diversificar. Trazer cultura de forma criativa e dinâmica, capaz de
intensificar o desenvolvimento humano e cultural numa noite. Além de dar opções
àqueles que se interessam por algo a mais do que um olhar, na noite taubateana.
Maiores informações: simone_suelene@hotmail.com
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